sábado, 23 de julho de 2011

POR MINHA VIDA

Vim ao mundo puro como Siddhartha. Cresci na metamorfose de Kafka. Na adolescência a rebeldia de  Casanova começa a correr em minhas veias. Mais tarde a Anarquia de Malatesta entranha em mim. No amor não Mas em alguns momentos pensei Neruda. Chorei como Nietzsche quando tomei ciência do mundo que vim.